Aranha, arranha
Ira Tan vive o experênciar-se por teias asfálticas, metrópoles de carros verdes. vivendo e morrendo nas ruas de rodas vivas, aonde todos dançam e cantam a dor de novos ventos. O Boulevard existe, como a surreal urbaníssima cidade de sampã! Tornando tornado, a maré que se esvai para os vales da revoada. Lugar nenhum, montagem … Leia mais
Nu, logo existo.
Tantras formas de amor, retinas abertas, pés latência do coração, uma boa mulher, uma gueixa, uma loba, uma apenas, elas dançam américas amélycas homéricas do amor, mistério do planeta, espirais, mundos vivos, o planeta me chamou, conversou, falou, xeretou, transou comigo, o planeta me molhou, beijou, lambeu, comeu, mordeu, deu deu deu deu deu, compartilhou … Leia mais
Só caso se for em Las Vegas.
“o verdadeiro faroeste do amor.” Amor DRIVE-THRU : é como mascar chiclete babalú, você morde estoura aquele sabor que parece ser de uva, morango ou qualquer outra fruta, mas quando você vê não é nada não. Vira pó, poeira de estrada de NEVADA! Relações de plástico é como soda cáustica se dissolve assim no primeiro … Leia mais
Projeto : Rio Tietê um dia vou beber você!
Pelas asas da imagem proponho dar voz as águas, trazendo pelo espaço real e concreto da nossa realidade poluída dos rios do mundo o rio Tietê delírio, rio que ri e chora morte, vida e sonho. Um inventário invenção da terra das águas, porque para os bichos e rios nascer já é caminhar ( morte … Leia mais
ECITYPHOTOS
Pelo olhar da urbe, solto o riso e a dor : ecityphotos quer tocar e olhar a vida da URBE. Na garganta asfáltica, em busca de mil andaimes, mil pedestres, mil cigarras asfálticas da metrópole. Garganta fotográfica que está em nós, diariamente! Cigarras gritam entre frestas do espaço, ar cinzento de uma city qualquer, na … Leia mais
SOUL MIL.
brilho, arranco futuro. urbanística urbaníssima viagem. olho carne, devora na hora. Zunem riscam arrepiam fotografa garganta viva.
Hello world!
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